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21 fevereiro 2013

Fim


No fim
Há uma dor
Pungente
Latente
Que se finda
Num estante
De puro abandono e solidão
As horas se despem
Diante de mim
Uma esperança pueril
Vaga trôpega e sombria
Nada me resta
Somente a inerte
Lembrança de um passado recente.

Yane Manuela l.

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